Vencedores 2013

Ficção

MORRO DA NEUROSE | Arnaldo Branco
Rio de Janeiro - RJ | Comédia | Falso Documentário
Falso documentário humorístico sobre o crime organizado no Rio de Janeiro.

SINOPSE DA SÉRIE:

Morro da Neurose é uma série cômica em forma de falso documentário sobre Charlinho, um traficante com curso superior completo (embora de Letras) e seu braço direito Arrombado, que trabalha no tráfico em meio período para completar seu salário na PM - onde é conhecido como Sargento Josias. Charlinho dá depoimentos para o documentário em dois tempos: no presente, quando está preso no distrito policial comandado pelo Delegado Euclydes, e no passado, quando comandava sua boca no Morro da Neurose (uma comunidade fictícia no Rio de Janeiro) e fugia da polícia. A série mostra a saga de seu bando em fuga, comentando de forma bem humorada os sérios problemas e contradições da nossa sociedade.

SOBRE O AUTOR:

Arnaldo Branco

É roteirista da TV Globo (Casseta e Planeta / Domingão do Faustão); escreve e dirigi a série Overdose, da MTV; foi roteirista do sitcom Quase Anônimos, do Multishow; contribuiu para o piloto da série Vida de Estagiário (em exibição na Warner); escreveu o roteiro da série Mundinho Animal no programa de animação Tosco TV, do Canal Brasil; fez os roteiros dos curtas de animação Mar de Paixão e Samba de planície e roteiros para a série de animação Irmão do Jorel, do Cartoon Network (todos em produção)

TERROR NOTURNO | Celso Eduardo Leite Vecchi
São Paulo - SP | Drama | Terror
Para salvar sua infância, Guto e seus amigos têm de enfrentar um enorme pesadelo: o monstro construído por seus próprios pais.

SINOPSE DA SÉRIE:

Em decorrência da competitividade instituída no sistema educacional do Brasil, um grupo de crianças de um renomado colégio de São Paulo, sem saber, é medicado pelos próprios pais com um remédio que os torna mais concentrados nos estudos. O resultado é imediato: crianças mais focadas, que brincam menos e que tem notas cada vez mais altas. Mas como é para essas crianças a percepção de sua criatividade morrendo aos poucos? Quão assustador pode ser tal universo? Guto e seus amigos começam a ter uma experiência incomum: um sonho coletivo. Todas as noites, ao dormir, sonham que estão no colégio onde estudam, porém abandonado e sombrio, por cujos corredores se espreita um monstro faminto. Guto, um menino de onze anos, muito inventivo, lidera um grupo formado por seu irmão de oito anos, André, que se sente um adulto; Erik, o menino que não pode se sujar; as gêmeas Alana e Aline; e Ana Pirata, a menina que usa tampão nos olhos. O grupo de Guto é rival ao de Tiemi, a menina que é melhor em tudo e Ranho, o aluno repetente, de 14 anos e dois metros de altura. Essas crianças transitam por estes dois mundos: o dia-a-dia competitivo da escola e o assustador mundo noturno. Sempre que tomam a droga, ao dormir, as crianças encontram-se no mundo sombrio do sonho, onde precisam lutar para manter-se a salvo das garras do monstro. Quando capturada no universo noturno, a criança some no mundo real como se nunca tivesse existido. Somente aqueles que estão no sonho é que se lembram dela. Guto resiste à responsabilidade de liderar os amigos nesta aventura, porém, depois que seu irmão é pego, ele tem que arriscar-se entre os dois universos na tentativa de resgatá-lo antes que ele deixe de vez de existir. Na luta para salvar o irmão, Guto terá que enfrentar seu maior e inevitável medo: amadurecer.

SOBRE O AUTOR:

Celso Eduardo Leite Vecchi

Formado no curso Superior do Audiovisual da Universidade de São Paulo, com ênfase em roteiro e produção. Trabalhou como assistente de produção executiva nas produtoras O2 Filmes e Plano Geral. Atualmente trabalha como roteirista no Instituto de Mídias Digitais da USP e está escrevendo o segundo longa metragem para Carlos Nader pela produtora Já Filmes. Está finalizando seu primeiro curta-metragem, Coisa Frágeis, vencedor do edital da Prefeitura de São Paulo em 2012 onde assina direção, roteiro e produção executiva.

VELHOS LOBOS | Luís Henrique Melhado Barbosa
São Paulo – SP | Comédia | Drama
“Velhos Lobos” é a história de quatro setentões que, cansados da aposentadoria, decidem retomar o The Wolves, banda de rock dos anos 60, após a morte de seu antigo baterista.

SINOPSE DA SÉRIE:

Artrite, Viagra e Rock'n'Roll. “Velhos Lobos” é uma série de comédia com episódios de 30 minutos que conta a história de quatro homens à beira dos setenta anos que decidem retomar o The Wolves, banda de rock obscura dos anos 60, após a morte de seu ex-baterista. Cansados do marasmo da velhice e de serem tratados como incapazes, Alex Dias, Wolfgang Rocha e os irmãos Renato e Rafael Lobo reerguerão a banda que criou uma canção de grande sucesso na sua época, mas fracassou com brigas internas e um disco conceitual e psicodélico que estava à frente de seu tempo. A série mostrará os desafios dos quatro amigos em resgatar o protagonismo de suas próprias vidas e voltar aos holofotes numa época em que o mundo, a música e seus corpos já não são mais os mesmos. Nessa jornada, acompanharemos a rivalidade infantil dos irmãos Lobo pela liderança da banda, as loucuras do velho hippie Wolfie Rocha e os conflitos de Alex Dias com seu filho careta, que acha que o pai já deveria ter se aposentado há tempos. “Velhos Lobos” é uma comédia sobre o fim. E o recomeço.

SOBRE O AUTOR:

Luís Henrique Melhado Barbosa

Formado em Jornalismo pela ECA-USP, em Roteiro Cinematográfico pela Universidade Anhembi Morumbi e pós-graduando em Roteiro para Cinema e TV na FAAP. Escreveu para o jornal Folha de S. Paulo, portal iG e agência Reuters. Trabalhou nos seriados “9mm: São Paulo” (Fox) e “Julie & Os Fantasmas” (TV Bandeirantes). Atualmente é roteirista do Centro de Audiovisual de São Bernardo.

VORAGEM | Jhésus Lula
Campo Grande – PB | Drama | Terror | Coautores: Fabiano Raposo Costa e Ramon Porto Mota
Policial é enviado a uma cidade do sertão da Paraíba para resolver um caso atípico: o sobrinho do governador do estado desapareceu e os prováveis envolvidos acreditam que foi o diabo quem o levou.

SINOPSE DA SÉRIE:

Em ano eleitoral, numa cidade do sertão da Paraíba polarizada entre o misticismo religioso e o fundamentalismo político, o sobrinho do governador do estado desaparece depois de, supostamente, cair em um poço desativado. Um policial da capital é enviado para resolver o caso, mas os jogos de interesse, a postura ambígua dos envolvidos e a crença local de que o próprio diabo passeia pela cidade – utilizando o poço como porta de entrada e saída – transformam a investigação em um emaranhado de informações desencontradas, ocorrências desconexas e intolerância. A situação se torna ainda mais complexa na medida em que os dias passam e a investigação avança. O poço fica situado na fazenda dos Sacramento – família da qual o governador faz parte e que, segundo dizem, tem um pacto com o diabo. Além disso, o próprio avô do menino – única testemunha e dono da fazenda – jura que viu o demônio levar o garoto para o fundo do poço, transformando-se, automaticamente, em suspeito. Ao governador, não interessa apenas que se resolva o caso, mas que o policial dê um jeito de plantar provas fortes o suficiente para que a culpa caia em outrem. São interesses completamente opostos ao do prefeito da cidade – membro de uma família rival –, que quer utilizar o caso como forma de enterrar politicamente os Sacramento e conseguir a reeleição. O policial, perdido em um jogo de interesses, vê a investigação ganhar contornos de horror quando outros acontecimentos – o aparecimento de corpos de mulheres nos limites da cidade e a descoberta de ruínas de uma igreja antiga – amplificam o clima de medo e superstição da maioria dos habitantes. Seu envolvimento no caso bastará para que ele entenda que, de fato, certos rituais – políticos ou não – são necessários para apaziguar tanto os humanos quanto as estranhas forças diabólicas que, aparentemente, também comandam, ao seu modo, o local.

SOBRE O AUTOR:

Jhésus Lula

Formado em Arte e mídia pela UFCG (Universidade Federal da Paraíba), trabalha no audiovisual desde 2009 e participou da feitura de vários curtas locais, seja como assistente de direção ("Depois da curva", Helton Paulino, 2009) ou diretor de fotografia ("O hóspede", Ramon Porto Mota/Anacã Agra, 2011; "Mais denso que sangue", 2011, Ian Abé; "Cova aberta", 2013, Ian Abé). No que diz respeito ao trabalho com roteiros, foi co-roteirista de "Ato institucional" (Helton Paulino, 2012) e "O desejo do morto" (Ramon Porto Mota, 2013 – em processo de pós-produção); também escreveu o roteiro de "Amor Fati", HQ de Chateaubriand Almeida, em finalização.

Não Ficção

1º DIA | Bruno Souto
São Paulo – SP | Reality_show_doc | Coautor: Patricia Carvalho Leme
Uma série que mostra que o 1º dia é sempre um dia especial.

SINOPSE DA SÉRIE:

O 1º Dia é um acontecimento marcante na vida de qualquer um. Mas na vida de algumas pessoas, ele pode ser mais marcante ainda. A série revela como é o 1º Dia de Liberdade de um preso ou o 1º Dia de um soldado do Bope. Vamos mostrar que o 1º Dia é sempre um dia delicado, difícil, inédito, especial, tenso, assustador e memorável. Sem dúvida, 1º Dia vai tornar o dia de milhares de telespectadores mais interessante.

SOBRE O AUTOR:

Bruno Souto

Redator publicitário. Trabalha na agência Y&R. Já trabalhou nas principais agências do Brasil. No último ano, começou a desenvolver projetos para TV e cinema. Assina a autoria de um programa de ficção em negociação com o Canal Multishow.

A MARCA DA VAIDADE | Claudia Mattos
Rio de Janeiro – RJ | Variedade
Desde que o mundo é mundo, o ser humano sempre esteve disposto a fazer sacrifícios em nome da vaidade, porque as marcas da vaidade são também marcas da sedução e do poder.

SINOPSE DA SÉRIE:

A Marca da Vaidade mostra que, desde as civilizações mais antigas, o ser humano esteve disposto a fazer sacrifícios em nome na vaidade. Se hoje se submete à lipoaspiração, durante séculos usou espartilho. Mais do que para satisfazer a si mesmo, o ser humano quer ser belo para levar vantagem na conquista do outro. As marcas da vaidade são também marcas da sedução e do poder. Na série, o corpo humano é recortado em vários segmentos (olhos, boca, cabelo, seios, etc) sendo cada um o tema de um único dos 13 episódios da primeira temporada. Eles vão mostrar o que foi considerado belo ao longo dos tempos, por que um determinado padrão prevaleceu, os sacrifícios feitos para atingir o padrão de beleza almejado de cada época, os padrões e técnicas de embelezamento e tratamento contemporâneos. Para retratar essa viagem ao longo do tempo, serão usadas as representações da figura humana em grandes obras da História da Arte – especialmente pinturas e esculturas – que atravessaram os séculos até os nossos dias. Esta opção diferencia a série dos programas atuais que têm a beleza como tema, porque situa a vaidade dentro de um universo estético amplo e culto, além de abordá-la dentro de seu contexto histórico. Outro diferencial da série é abordar o tema vaidade, sem apologias ou críticas, apenas com ironia e humor, e, por isso mesmo, com ampla possibilidade de despertar o interesse daqueles que condenam ou defendem o hedonismo dos nossos dias.

SOBRE O AUTOR:

Claudia Mattos

Formação em jornalismo, com 15 anos de experiência nos principais jornais do país – O Globo, Folha de SP, Estado de SP e Jornal do Brasil. Mestrado e doutorado em Comunicação e Cultura pela UFRJ, onde defendeu a tese “Um filme de... Argumentos e Estratégias para uma Política do Roteirista Autor”. Em 2006, troca o jornalismo pelo audiovisual, e vem atuando como roteirista e produtora. Cinema: Escreveu e coproduziu o longa de ficção “180 Graus”, vencedor dos prêmios de melhor filme pelo júri popular do festival de Gramado (2010), melhor roteiro do Festival Inffinito de Miami (2011) e melhor roteiro da Associação dos Correspondentes da Imprensa Estrangeira – ACIE (2012). O filme participou de festivais no Brasil e no exterior, foi lançado comercialmente em 2011 e vendido para a TV aberta (Globo) e fechada (Canal Brasil). Escreveu e coproduziu o curta ficção “O Papel e o Mar” (2010). Tanto o curta quanto o longa foram contemplados em editais públicos de produção, respectivamente Riofilme e MinC (Baixo Orçamento). Outros projetos de autoria foram contemplados em concursos de desenvolvimento: “O Rio de Janeiro de Ho Chi Minh” recebeu o prêmio da Riofilme (2011) e está em fase de captação e “Meu Amigo Saci” foi premiado no concurso para roteiristas profissionais do MinC (2012). TV: Atuou como cocriadora e roteirista das duas temporadas da série “Heróis de Todo Mundo”, exibida pelo Futura e que teve sua terceira temporada encomendada para 2013. Escreveu, coproduziu e dirigiu o “Making of – 180 Graus”, exibido pelo Canal Brasil.

RITOS | Rachel Ellis
Recife – PE | Documentário
Lideranças religiosas de diferentes doutrinas participam de um estranho jogo sagrado: conviver por uma semana e auxiliar na preparação de uma cerimônia de uma religião que não é a sua.

SINOPSE DA SÉRIE:

Na série de documentários para TV “RITOS”, sete lideranças religiosas de diferentes doutrinas participam de um jogo que consiste em, por uma semana, acompanhar os rituais diários e auxiliar na preparação de uma cerimônia religiosa de uma religião que não é a sua, morando na casa de uma família de outra religião em uma outra região do Brasil. Um sorteio no primeiro episódio possibilitará as mais estranhas combinações de religiões (católico, judeu, Kardecista, muçulmano, evangélico, pajé indígena, pai de santo). Cada um deles pararão num ritual completamente diferente do seu de costume. RITOS é sobre alteridade e diferença a partir de personagens únicos que só partilham algo muito especial em comum, a fé em Deus; cada um à sua maneira.

SOBRE O AUTOR:

Rachel Ellis

Rachel é natural da Inglaterra e se mudou para o Brasil em 2004 para dirigir uma ONG Britânica com sede em Recife que atua na região norte e nordeste do Brasil. Ela também trabalhou para o Programa das Nações Unidas de Desenvolvimento na Tailândia e é Mestre em Ciências Sociais, Planejamento e Participação pela London School of Economics. Com uma grande interesse em trabalhar com ferramentas visuais para discutir ideias em torno da transformação social e dos direitos humanos ela fundou, em 2006, o projeto de fotografia participativa FotoLibras que tem como objetivo promover a visibilidade da comunidade e cultura surda. Sua paixão pelos filme e ampla experiência com gerenciamento de projetos e gestão facilitou a sua transição para produção audiovisual. Rachel atua na DESVIA como produtora, produtora executiva, facilitadora e educadora. Assina como produtora de finalização e distribuição do longa-metragem Um Lugar ao Sol (2009), produziu o longa documentário Doméstica (2012) e o curta A Onda Traz, O Vento Leva (2012) e está produzindo o longa híbrido, Ventos de Agosto e o longa de ficção Valeu Boi. Rachel tem participado de encontros internacionais de produção incluindo o Cinemart - Holanda, Amiens- França, BAL- Agentina e tem acessado importantes fundos nacionais e internacionais para os filmes da DESVIA como o BO/Minc, Ibermedia, Hubert Bals Fund, Cinereach, Funcultura-PE, Edital de co-produção Brasil/Uruguai. Rachel também é co-fundadora da ONG Gema, que desenvolve projetos que utilizam as artes visuais para promover a transformação social.

SALVE-SE QUEM PUDER | Flavio Luis Queiroz
São Paulo – SP | Reality_show_doc
“Salve-se quem puder” é um reality show de confinamento e competição dentro de um cruzeiro de luxo, em que é preciso desenvolver uma série de competências físicas e sociais para não naufragar no fim.

SINOPSE DA SÉRIE:

Um grupo de 20 pessoas embarca num cruzeiro para fazer a viagem de suas vidas. Mas eles não terão moleza não. Enquanto estiverem a bordo, vão competir em equipes, desempenhando as mais variadas funções dos tripulantes do navio, em busca do voto e da simpatia de um grupo de passageiros. A cada tarefa, um treinamento – e diversas competências serão solicitadas. Se pelo menos a Supervisora não fosse tão durona, o trabalho seria menos estressante. E os passageiros também são exigentes, incluindo até os conhecidos de cada participante da competição, que podem ser um refúgio ou mesmo dar dor de cabeça. O trabalho em equipe e as estratégias de grupo nunca foram tão importantes. Eles vão ter que sobreviver uns aos outros. Porque depois do voto dos passageiros e de uma reunião de apontamento de culpados, é o voto interno da equipe perdedora que elimina um competidor. O colega que ajuda hoje pode ser o traidor que tira o “amigo” do jogo amanhã.

Essa é uma viagem cheia de reviravoltas. E vai ser preciso mais do que um colete salva vidas para não naufragar. Quando os participantes acham que já dominaram o jogo e tem uma estratégia vitoriosa para se garantir na grande final, a dinâmica vira de ponta cabeça – e é preciso se adaptar as intempéries do mar aberto. É uma competição emocionante, para quem gosta de adrenalina. E é uma história envolvente para quem gosta de observar e discutir as relações humanas experimentadas numa realidade completamente diferente do cotidiano. Os bastidores de um cruzeiro de luxo serão revelados, enquanto a viagem segue visitando cenários esculpidos pela natureza. Serão 15 episódios de 1 hora de duração, sendo que os dois primeiros (da apresentação até a primeira eliminação) e os dois últimos (da grande final até a última reunião entre os participantes) serão duplos e especiais. O público vai torcer, opinar – embarcar numa viagem de tirar o fôlego, sem enjoar, e sem sair da poltrona. É um leque variado de emoções e sensações. Salve-se quem puder!

SOBRE O AUTOR:

Flavio Luis Queiroz

Participou do Workshop de Dramaturgia na Rede Globo e foi colaborador na novela "Dance Dance Dance" na Bandeirantes, além de escrever os programas "É o Amor" e "Tá na Mão 2", também para a Bandeirantes, "Elas" para o Discovery Home & Health, "O Grande Perdedor" e "Topa ou Não Topa" no SBT, "Tamanho Família" na TV Rá Tim Bum, entre outros. Fez diversos cursos de roteiro na Universidade da Califórnia. Atuou na pauta de diversos programas, como "Programa Livre" e "De Frente com Gabi", ambos no SBT. E dirigiu o "Bom Dia & Dia", no SBT, e o "É Verdade ou é Mentira?", na Bandeirantes. Há cinco anos, é editor-chefe do reality show "A Fazenda", na Rede Record.